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MT12Saúde e Segurança

PPR – Programa de Proteção Respiratória em Goiânia

Respirador mal escolhido ou mal ajustado dá uma falsa sensação de segurança. A MT12 estrutura o PPR da sua empresa para que cada trabalhador use o equipamento certo, bem vedado e em boas condições.

Por que um programa, e não só a compra de máscaras

Na pintura automotiva, na aplicação de defensivos agrícolas, no corte de granito ou na limpeza com produtos químicos, o respirador é muitas vezes a última barreira entre o contaminante e o pulmão do trabalhador. Para funcionar, ele precisa ser do tipo certo para aquele contaminante, ter vedação no rosto de quem usa, estar limpo e com filtro dentro da vida útil. Sem um programa, essas condições dependem da sorte.

O Programa de Proteção Respiratória organiza essas etapas, segue as recomendações técnicas da Fundacentro sobre seleção e uso de respiradores e exige que os equipamentos tenham Certificado de Aprovação, conforme a NR-6.

Antes do respirador, o controle do ar

O PPR parte de uma pergunta simples: dá para reduzir o contaminante no ambiente? Ventilação local exaustora, enclausuramento, umidificação de poeiras e troca de produtos costumam ser mais eficazes que qualquer máscara. O respirador entra quando essas medidas não são viáveis ou não são suficientes, ou durante a implantação delas. Para saber qual é a exposição real, as avaliações quantitativas são o ponto de partida.

O que o PPR define

ElementoPergunta que responde
SeleçãoQual tipo de respirador e de filtro protege contra este contaminante, nesta concentração?
Avaliação médicaO trabalhador tem condições de saúde para usar este equipamento?
Ensaio de vedaçãoO modelo escolhido veda bem no rosto desta pessoa?
TreinamentoO usuário sabe colocar, verificar a vedação e perceber a hora de trocar?
Manutenção e guardaComo higienizar, inspecionar e armazenar o equipamento?
Troca de filtrosCom base em que critério o filtro ou a peça descartável é substituído?

Implantação em etapas

  1. Levantamento dos contaminantesIdentificamos poeiras, névoas, fumos, gases e vapores por setor, com base no PGR e em medições.
  2. Escolha dos equipamentosIndicamos os tipos de respirador e de filtro adequados a cada situação, considerando também conforto e compatibilidade com outros EPIs.
  3. Aptidão e vedaçãoOs usuários passam por avaliação médica e pelo fit test qualitativo com o modelo que vão usar.
  4. CapacitaçãoTreinamento prático de colocação, verificação de vedação, limitações do equipamento e cuidados de higiene.
  5. Rotina e registrosProcedimentos escritos de uso, troca e guarda, com registros que comprovem o funcionamento do programa.
  6. RevisãoReavaliamos o programa quando mudam processos, produtos ou modelos de respirador.

Cada rosto é um rosto. Um mesmo modelo pode vedar bem em um trabalhador e mal em outro. Por isso o ensaio de vedação é individual e deve ser repetido quando o modelo muda ou quando há alterações no rosto do usuário.

Integração com a saúde do trabalhador

O PPR caminha junto com o PCMSO. Trabalhadores expostos a poeiras e outros agentes respiratórios podem ter, no programa médico, exames como a espirometria e o raio-X de tórax, que ajudam a perceber precocemente quando a proteção não está sendo suficiente. Os registros de entrega e troca dos respiradores podem ser controlados pela gestão de EPI.

Um ponto que costuma ser esquecido é a convivência do respirador com outros equipamentos. Óculos de segurança, protetores auriculares e capacetes podem prejudicar a vedação se forem incompatíveis. Por isso a escolha do respirador considera todo o conjunto de EPIs que o trabalhador usa ao mesmo tempo.

PPR com a MT12

Reunimos no mesmo lugar a avaliação do ambiente, a escolha dos respiradores, o ensaio de vedação, a avaliação médica e o treinamento. Isso evita que cada parte do programa seja feita por um fornecedor diferente, sem conversa entre elas. Atendemos empresas de Goiânia e região metropolitana, com orçamento pelo WhatsApp.

Dúvidas

Perguntas frequentes

01Máscara descartável dispensa o PPR?

Não. Peças semifaciais filtrantes também são respiradores e precisam ser escolhidas conforme o contaminante, ajustadas ao rosto do usuário e trocadas no momento certo. O PPR vale para todos os tipos de respirador usados na empresa.

02Barba atrapalha o uso do respirador?

Em respiradores que dependem de vedação no rosto, pelos na área de contato impedem a vedação adequada. O PPR define como lidar com isso, por exemplo com modelos que não dependem de vedação facial.

03Por que o trabalhador precisa de avaliação médica para usar respirador?

Porque o respirador aumenta o esforço para respirar e pode não ser tolerado por pessoas com certas condições de saúde. A avaliação médica verifica se o trabalhador pode usar o tipo de equipamento indicado.

Próximo passo

Conte o que a sua empresa precisa. A gente organiza o resto.

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